Assim como os médicos ou os advogados, os padres devem abrir uma exceção ao segredo quando o bem das crianças está em jogo? Tudo não deve ceder a esse imperativo? (Sabe-se bem, no entanto, que não, e que nem a moral nem o direito francês permitem, por exemplo, torturar um criminoso com o objetivo de obter informações que possam salvar vidas. O fim não justifica os meios.)